sexta-feira, 2 de abril de 2010

Viajamos em um. Sua intensidade me embriaga Luis. Você meu amor minha esperança, minha ausência. Seus sonhos te guiam para caminhos em abismos e mesmo sabendo você vai. Sua felicidade incomum inpulsiona seus desejos felizes para fora deste mundo. Não sou éter. Deitado em minha cama, minha cadela me abraça e me sente. Sem palavras o sentimento existe. Por mais uma vez depois de 25 anos experimentei a ficar cego. A sensação é sublime e contagiante meu corpo respondia aos estímulos de maneira doce e nova. Contando as estrelas buscava uma que piscasse para mim. Posso ficar assim pra sempre, mesmo que para todos pareça loucura (e parece) tenho meu jeito. Não sei se aguento mas tenho que viver assim. Quero sorrisos furtivos ecapando de minha boca e apenas poucas pessoas poderiam perceber.

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