Ainda com gosto de Amélie Poulain na Boca, Morrissey e outras coisas que eram com giz de cera colorido, ele caminha desnorteado, pronto pra pular da prancha de madeira, "o tempo não existe" - dizia a ele mesmo, prendia então o choro no peito, "estou pronto para morrer"- completava.
Chegando em sua seus familiares viam a cena pitoresca, com a aparência de um ser dormente, o corpo repousava no leito, já frio e com o rosto ainda molhado de lágrimas do dor, inconformismo e saudade.
Obrigado luis.
amor.
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